Bêbada desse excesso de solidão
Bêbada,
Completamente bêbada,
Com a cara, o corpo e a alma cheia da falta
Falta de alguém,
Alguém que era meu
Mas que em um segundo
Escorreu das minhas mãos como água,
água que desagua no imenso oceano
e jamais retorna!
Bêbada,
Completamente bêbada,
Com a cara, o corpo e a alma cheia da falta
Falta de alguém,
Alguém que era meu
Mas que em um segundo
Escorreu das minhas mãos como água,
água que desagua no imenso oceano
e jamais retorna!
Não sei se foi a inteção o ''Embreaguês'', mas o correto seria embriaguez.
ResponderExcluirSobre o poema, eu achei que tomou bem a forma da intenção, mas faltou profundidade.
Obrigado pela correção, mas realmente foi proposital, coloquei para chamar atenção e colocar a palavra de um modo figurativo.
ResponderExcluirObrigada pelo elogio e pela critica também, sem dúvida é algo construtivo.
Gostei da forma você fez esse poema, e algo que me chamou atenção foi a frase "Falta de alguém, Alguém que era meu". "MEU" soa de uma forma tão possessiva, e sempre fantasiamos isso, que as pessoas nos pertence...
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